Você já reparou como as crianças de hoje têm acesso a uma avalanche de informações… e desinformações? Com um simples clique, elas assistem vídeos sobre “alimentos milagrosos”, modismos alimentares e até dietas radicais, muitas vezes sem nenhum critério ou fundamento científico.

Agora pense comigo: se até nós, adultos, ficamos confusos diante de tanta informação desencontrada, como esperar que uma criança ou família consiga tomar decisões alimentares saudáveis sem apoio? É aí que a escola entra como protagonista de uma mudança urgente e necessária.

O desafio silencioso: desinformação que adoece

A desinformação alimentar é um problema real, presente e crescente. Crianças influenciadas por comerciais de ultraprocessados, pais inseguros sobre o que oferecer em casa, educadores sem materiais adequados para trabalhar o tema… O resultado? Alimentação desequilibrada, aumento da obesidade infantil e impacto direto no bem-estar físico, emocional e até pedagógico.

E o mais grave: muitas escolas ainda tratam a alimentação como tema periférico, quando na verdade ela está no centro do desenvolvimento infantil. Afinal, criança bem alimentada aprende melhor, brinca mais, se relaciona com mais qualidade e adoece menos.

A escola como agente de formação crítica

A boa notícia é que a escola tem um potencial enorme de virar esse jogo. Mais do que ensinar o que é saudável ou não, ela pode formar pensadores críticos desde a infância, ajudando os pequenos a compreenderem como as escolhas alimentares são feitas, por que certas informações são falsas e como podemos tomar decisões conscientes.

Mas, para isso acontecer, não basta apenas citar os alimentos saudáveis em uma aula. É preciso trabalhar o tema de forma estruturada, contínua e interdisciplinar. É preciso mostrar na prática, com vivências, com diálogo e com propostas pedagógicas conectadas com a realidade das crianças.

Onde entra o programa Educar e Nutrir?

Aqui na Educar e Nutrir, acreditamos que combater a desinformação começa com educação de qualidade, com base científica e afeto.

O Programa Educar e Nutrir na Escola foi criado justamente para isso: levar às salas de aula de crianças de 2 a 6 anos conteúdos de educação nutricional de forma lúdica, contínua e alinhada à BNCC.

Com materiais didáticos pensados para cada faixa etária, atividades sensoriais, personagens que promovem identificação, histórias que despertam o senso crítico e uma “horta de brincar” que transforma teoria em prática, o programa forma desde cedo crianças conscientes sobre o que comem e por quê.

E mais: também capacita educadores e envolve a família nesse processo, garantindo que a mensagem não fique restrita à sala de aula, ela ecoa para o prato de casa e para a vida inteira.

Conclusão: combater a desinformação é nutrir o futuro

Quando a escola assume seu papel no combate à desinformação alimentar, ela não está apenas ensinando sobre comida. Ela está formando cidadãos críticos, saudáveis e empoderados.

Se queremos um futuro com mais saúde, mais consciência e menos doenças relacionadas à má alimentação, precisamos começar pela base. E essa base começa na infância. Começa na escola.

Quer entender como o Programa Educar e Nutrir pode transformar sua escola nesse agente de mudança? Clique aqui e agende uma conversa com nossa equipe pedagógica.

Aqui, a gente nutre com informação de verdade, e forma crianças que sabem escolher com autonomia e consciência.